Resposta direta
Zapier é o mais simples e tem o maior catálogo de integrações, mas fica caro em volume. Make oferece fluxos visuais mais flexíveis a um custo menor por operação. O n8n pode ser hospedado pela própria empresa, o que dá controle total dos dados e custo previsível em alto volume, além de lidar bem com agentes de IA. Para empresas com dados sensíveis e automações críticas, o n8n costuma ser a melhor escolha.
Comparativo lado a lado
| Critério | Zapier | Make | n8n |
|---|---|---|---|
| Facilidade | Muito alta | Alta | Média (ideal com apoio técnico) |
| Cobrança | Por tarefa | Por operação/crédito | Por execução na nuvem ou servidor próprio |
| Hospedagem própria | Não | Não | Sim |
| Controle dos dados | Na plataforma | Na plataforma | Total, se hospedado pela empresa |
| Custo em alto volume | Alto | Médio | Previsível |
| Agentes de IA | Recursos básicos | Bons recursos | Recursos avançados |
Quando usar cada um
- Zapier: automações simples, poucas execuções, equipe sem apoio técnico.
- Make: fluxos visuais mais elaborados com custo moderado.
- n8n: automações críticas, alto volume, dados sensíveis e agentes de IA.
Perguntas frequentes
Qual vocês usam?
Principalmente n8n, pela flexibilidade e pelo controle dos dados. Usamos Make ou Zapier quando o cliente já tem os fluxos lá e faz sentido manter.
Em nome de quem fica a conta?
Sempre da sua empresa, com cláusula de saída.